Autenticação SSH sem senha (via chaves)
Novembro 20, 2007
O SSH (Secure Shell) em poucas palavras, é um programa que permite criar uma conexão segura com um servidor remoto viabilizando dessa forma o acesso ao console do servidor como se estivesse localmente nele. Administradores de rede/sistemas utilizam bastante esse programa e muitos deles usam a autenticação com chaves no seu dia-a-dia para acessá-los. Vejamos como fazer isso em seu Ubuntu:
O primeiro passo é criar um par de chaves RSA (uma chave privada e uma chave pública) para autenticação. Para isso use o comando:
$ ssh-keygen -t rsa
Após executar o comando acima, você será questionado para informar onde a chave privada será salva (neste ponto tecle <Enter>).
Generating public/private rsa key pair.
Enter file in which to save the key (/home/usuario/.ssh/id_rsa): <Enter>
Em seguida, será solicitado que informe a “passphrase” (frase secreta). A frase secreta é uma senha que irá identificá-lo(a) como proprietário(a) da chave privada. É chamada de frase secreta porque pode conter espaços e não há limite de caracteres.
Enter passphrase (empty for no passphrase): <Digite a senha>
Enter same passphrase again: <Digite a mesma senha>
Após digitar a senha, a seguinte informação será exibida informando onde as chaves foram armazenadas (/home/usuario/.ssh/id_rsa é a chave privada e /home/usuario/.ssh/id_rsa.pub é a chave pública).
O segundo passo então é copiar a chave pública para o servidor remoto. Esse procedimento consiste em colocar o conteúdo da chave pública dentro do arquivo
authorized_key e então copiá-lo para o servidor remoto. Use o comando ssh-copy-id para fazer isso automaticamente:
$ ssh-copy-id <servidor>
A senha que será solicitada no passo acima é do usuário no servidor remoto.
Pressione, <Alt>+<F2>, digite ssh-add e informe sua senha (passphrase).
Após realizar o procedimento descrito acima, tente acessar o servidor remoto:
$ ssh <usuario>@<servidor>
Por fim, para evitar que você tenha que digitar sempre a senha (passphrase) utilizando a autenticação via chaves, acrescente em Sistemas -> Preferências -> Sessões -> Aba Programas Inicias -> Botão Adicionar a execução do ssh-add. Esse procedimento mantém a senha salva na sessão (o ssh-agent irá gerenciar as autenticações).
Dessa forma, será possível que você realize acesso ao servidor remoto, de uma forma segura e sem a necessidade de uma senha.
Ubuntu no Festival Software Livre-DF
Outubro 7, 2007

Tadeu Rocha, Eustáquio Guimarães e Marcelo Lemos
Alex Rocha e Yves Junqueira
Nos dias 5 e 6 do corrente mês ocorreu na Universidade Católica de Brasília - UCB a 2ª edição do Festival Software Livre-DF. O evento contou com uma interessante programação e a organização do evento disponibilizou um estande para o Ubuntu-DF. Durante o evento além de tirar dúvidas, trocar idéias, conhecer pessoas e distribuir CD’s, foi colocado à disposição dos participantes um notebook com Frets on Fire. Para quem não conheçe o Frets on Fire é uma versão livre do jogo Guitar Hero® para Playstation2/Xbox, onde o usuário toca notas de uma guitarra com o teclado. O jogo possui apenas 4 músicas podendo ser executado em Windows, Linux e Mac.
Também é possível adicionar as músicas originais do Guitar Hero® (1 e 2) desde que adquiridas no site do jogo.
http://www.youtube.com/watch?v=FJwU-ejRrQA
Até a versão Feisty Fawn não existiam pacotes do jogo nos respositórios do Ubuntu. Já na versão 7.10 Gutsy Gibbon que será lançada agora em outubro, o jogo pode ser instalado a partir do repositório Universe.
Instruções para instalação:
Gutsy Gibbon 7.10:
1. Instale o pacote fretsonfire;
$ sudo aptitude install fretsonfire
2. Execute o jogo a partir do menu Aplicações -> Jogos -> Frets on Fire
Feisty Fawn 7.04:
2. Extraia os arquivos;
$ tar xvzf FretsOnFire-1.2.451-linux.tar.gz
3. Entre na pasta FretsOnFire e execute o jogo.
Mais informações:
http://fretsonfire.sourceforge.net/
Atualizando a versão 7.04 para a versão 7.10 beta do Ubuntu
Setembro 28, 2007
| A versão 7.10 é uma versão beta. Não instale em máquinas de produção. A versão estável será lançada em Outubro de 2007. A página GutsyUpgrades será atulizada assim que o Gutsy for oficialmente lançado. |
A versão 7.10 beta (Gutsy Gibbon) do Ubuntu já está disponível para testes e recebimento de bugs via Launchpad.
Para saborear o que vem por ai nessa nova versão, veja:
http://wiki.ubuntu-br.org/Gutsy/BetaRelease
Para uma instalação “limpa” o download da ISO pode ser realizado nos repositórios abaixo:
Ubuntu - http://releases.ubuntu.com/releases/7.10
Kubuntu, Edubuntu e Xubuntu - http://releases.ubuntu.com/releases/
Caso você deseje atualizar a partir da versão 7.04 (Feisty Fawn) para a versão 7.10 (Gutsy Gibbon) será necessário executar alguns procedimentos. Particularmente, o update-manager não exibiu opção para atualizar para o Gutsy. então, foi necessário realizar os alguns passos:
1. Atualizar e certificar que o Feisty Fawn estava completamente atualizado.
2. Editar o arquivo ‘meta-release’ para o Gusty e executar alguns comandos.
- Feche o Gerenciador de Atualizações (Update Manager)
- Abra o terminal e execute o comando:$ sudo gedit /var/lib/update-manager/meta-release
- Vá para o final do arquivo (caso haja algum conteúdo no arquivo) e adicione as linhas:
Dist: gutsy
Name: Gutsy Gibbon
Version: 7.10
Date: Thu, 18 Oct 2007 12:00:00 UTC
Supported: 0
Description: This is the 7.10 release
Release-File: http://archive.ubuntu.com/ubuntu/dists/gutsy/Release
ReleaseNotes: http://archive.ubuntu.com/ubuntu/dists/gutsy/main/dist-upgrader-all/current/ReleaseAnnouncement
UpgradeTool: http://archive.ubuntu.com/ubuntu/dists/gutsy/main/dist-upgrader-all/current/gutsy.tar.gz
UpgradeToolSignature: http://archive.ubuntu.com/ubuntu/dists/gutsy/main/dist-upgrader-all/current/gutsy.tar.gz.gpg
- Pressione Ctrl + S ou clique em Salvar
- Pressione Ctrl + Q para sair do gedit
- Execute os comandos abaixo:
$ sudo apt-get update
$ gksudo “update-manager -c -d”
3. Os passos acima, deverão abrir a janela do Gerenciador de Atualizações, permitindo desta forma, que você atualize o seu sistema operacional para o Gusty.
Para maiores informações sobre como atualizar o Ubuntu para versão 7.10 beta, veja:
Versões do Ubuntu
Setembro 11, 2007

O Ubuntu lança uma nova versão a cada 6 meses e mantém suporte completo por pelo menos 18 meses. As versões que ultrapassam 18 meses são armazenadas em um repositório específico, ou seja, Warty 4.10, Hoary 5.04, Breezy 5.10 e Dapper 6.06.0 estão disponíveis apenas em http://old-releases.ubuntu.com/releases/.
Caso você venha a usar uma dessas versões antigas, lembre-se de configurar o repositório de software (/etc/apt/sources.list) para apontar para o lugar certo.
Exemplo:
deb http://old-releases.ubuntu.com/ubuntu hoary main restricted universe multiverse
Já as versões mais atuais Dapper 6.06.1 LTS, Edgy 6.10 e Feisty 7.04 estão acessíveis a partir de http://releases.ubuntu.com/. O Dapper 6.06.1 LTS apesar de ter sido lançado em 01/06/2006 será suportado oficialmente por 3 anos para a versão desktop e 5 anos para a versão servidor, por esse motivo ele ainda se encontra nesse repositório.

Ambos os repositórios incluem versões para Kubuntu e Edubuntu. Xubuntu está apenas disponível no repositório de versões mais atuais.
Interessado em aprender mais sobre as versões do Ubuntu?
http://wiki.ubuntu-br.org/VersoesUbuntu
Ubuntu Dapper Server e placa de rede Broadcom NetXtreme
Setembro 6, 2007
Muitas placas de rede são automaticamente detectadas pelo Ubuntu, porém pode acontecer que uma placa não seja reconhecida durante a instalação. Por exemplo, as placas Broadcom NetXtreme II BCM5708 e NetXtreme BCM5704, ambas presentes nos servidores IBM x3550 e X3850 respectivamente, não foram detectadas pelo Dapper 6.06 LTS (kernel 2.6.15-26-server e kernel 2.6.15-28-server).
Uma vez diagnosticado que a placa de rede não foi detectada (use o dmesg para obter mais informações do problema), você terá que realizar algumas pesquisas a fim de ativá-la. Uma bom início é começar a pesquisa pelos “bugs conhecidos“, que é uma ótima forma de obter ajuda via comentários que incluem informações sobre o problema, patch (correção) e formas de como contorná-lo até que saia uma correção definitiva.
Caso não encontre nenhuma ocorrência para solução do problema, uma boa maneira é compilar o próprio driver do fabricante. Vejamos como isso foi realizado para as placas BCM5704 e BCM5708:
Broadcom NetXtreme BCM5704
1. Identificar o fabricante da placa de rede:
$ lspci -v | grep Ethernet
0000:01:01.0 Ethernet controller: Broadcom Corporation NetXtreme BCM5704 Gigabit Ethernet (rev 10)
0000:01:01.1 Ethernet controller: Broadcom Corporation NetXtreme BCM5704 Gigabit Ethernet (rev 10)
0000:02:01.0 Ethernet controller: Broadcom Corporation NetXtreme BCM5703 Gigabit Ethernet (rev 10)
2. Verificar a saída do dmesg:
$ dmesg | less
3. Verificar se o driver foi carregado:
$ lsmod | grep bnx2
No caso da BCM5704 o driver que o Ubuntu estava usando era o bnx2, o engraçado é que o fabricante usa o tg3 para essa placa. Logo, remova o driver carregado para ter certeza que ele não “atrapalhe em nada.
$ rmmod bnx2
$ rmmod tg3
4. Baixar o driver do fabricante:
http://www.broadcom.com/support/ethernet_nic/netxtreme_server.php
5. Agora é necessário instalar os pacotes “build-essential” e os “headers” do kernel atual. O pacote “build-essential’ possui um compilador básico e outras ferramentas necessárias para compilação de pacotes. Os “headers” do kernel da instalação estão disponíveis no CD-ROM de instalação do Ubuntu ($ uname -a).
$ sudo aptitude install build-essential linux-headers-2.6.15-26-server
6. Parar o serviço de rede:
$ sudo /etc/init.d/networking stop
7. Descompactar e compilar o drive para o kernel (informações completa deste passo estão contidas no arquivo README.TXT dentro do tarball baixado no site do fabricante da placa):
$ cd /tmp
$ tar -zxf tg3-3.71b.tar.gz
$ cd Server/Linux/Driver/tg3-3.71b
$ make
$ insmod tg3.ko
$ sudo make install
8. Neste ponto o driver já foi compilado e instalado.
$ sudo /etc/init.d/networking start
9. Pronto!
Broadcom NetXtreme 5708
1. Resumidamente repita os passos anteriores e utilize as informações abaixo:
Download do driver: http://www.broadcom.com/support/ethernet_nic/netxtremeii.php
Remoção do driver antigo: rmmod bnx2; rmmod tg3
Compilação e instalação:
$ cd /tmp
$ unzip linux-1.5.10c.zip
$ cd Server/Linux/Driver/
$ tar xvzf bnx2-1.5.10c.tar.gz
$ cd bnx2-1.5.10c/src
$ make
$ insmod bnx2.o
$ insmod bnx2.ko
$ sudo make install
Pronto!
Vale lembrar que o driver só foi compilado para o kernel atual, ou seja, caso haja atualização de kernel será necessário realizar outra compilação.
Referências:
https://bugs.launchpad.net/ubuntu/+source/linux-source-2.6.15/+bug/73647
http://www.broadcom.com
Instalando o Ubuntu em um sistema Debian
Setembro 3, 2007
Instalar o Ubuntu Dapper 6.06 LTS, ou qualquer versão do Ubuntu, em um sistema Debian é muito simples. Isso graças ao debootstrap que é usado para criar sistemas básicos em um ambiente chroot.
| Os passos descritos abaixo, utilizam o Dapper como sistema base. Para utilizar outras versões do Ubuntu, use warty, hoary, breezy, edgy ou feisty no lugar de dapper. |
Preparando o debootstrap:
# aptitude install dbootstrap
# mkdir /var/chroots/dapper
# cd /tmp
# wget http://archive.ubuntu.com/ubuntu/pool/main/d/debootstrap/debootstrap_0.3.3.2ubuntu3_all.deb
# dpkg –extract debootstrap_0.3.3.2ubuntu3_all.deb debootstrap-feisty
# cp debootstrap-feisty/usr/lib/debootstrap/scripts/{warty,warty.buildd,hoary,hoary.buildd,breezy,dapper,edgy,edgy.fakechroot,feisty,feisty.fakechroot} /usr/lib/debootstrap/scripts/
Preparando o ambiente em chroot:
# debootstrap dapper /var/chroots/dapper http://archive.ubuntu.com/ubuntu/
I: Retrieving Release
I: Retrieving Packages
I: Validating Packages
[...]
I: Base system installed successfully.
Para funcionar a parte de rede, copie os seguintes arquivos:
# cp /etc/hosts /var/chroots/dapper/etc/
# cp /etc/resolv.conf /var/chroots/dapper/etc/
Para entrar no chroot, use:
# chroot /var/chroots/dapper
Configuração do apt:
# vim /etc/apt/sources.list
deb http://archive.ubuntu.com/ubuntu/ dapper main restricted universe multiverse
deb-src http://archive.ubuntu.com/ubuntu/ dapper main restricted universe multiverse
deb http://archive.ubuntu.com/ubuntu/ dapper-updates main restricted universe multiverse
deb-src http://archive.ubuntu.com/ubuntu/ dapper-updates main restricted universe multiverse
deb http://security.ubuntu.com/ubuntu dapper-security main restricted universe multiverse
deb-src http://security.ubuntu.com/ubuntu dapper-security main restricted universe multivers
# aptitude update
Para sair do chroot, digite <Ctrl>+<D>
Para destruir o ambiente basta apagar o diretório onde o chroot foi criado, logo:
# rm -rf /var/chroots/dapper
Não disse que era simples? Boa sorte!
Referências:
https://wiki.ubuntu.com/DebootstrapChroot
http://packages.ubuntu.com/dapper/admin/debootstrap
Teste de qualidade do Shipit no Brasil
Fevereiro 12, 2007

Há um tempo, nosso amigo Og Maciel reuniu 67 pessoas interessadas em participar do teste de eficiência e eficácia do Shipit no Brasil. Pessoas essas espalhadas em 21 estados e o Distrito Federal. Para minha surpresa, recebi os CDs do Ubuntu (6.10) pela Canonical e gostaria de lembrar a todos que os receberam que respondam a pesquisa a fim de concluí-la.
O feedback pode ser realizado via carta resposta ou via e-mail. Para os que preferirem via e-mail, envie as seguintes informações:
- Número contido no topo esquerdo da carta de resposta;
- Data em que os correios entregaram a encomenda em sua residência;
- Se a embalagem chegou em boas condições: Sim ou Não; e
- Observações.
É possível que algumas pessoas recebam os CDs primeiramente que outras e que também outras nem cheguem a receber. Para este último caso, não esqueça que isto é simplesmente um teste de envio.
Obtenha CDs com outros ubunteros:
http://wiki.ubuntubrasil.org/CDsNoBrasil
Baixe o Edgy Eft agora mesmo:
http://wiki.ubuntubrasil.org/ObtendoUbuntu
Interessado em aprender mais sobre o Ubuntu em português?
http://wiki.ubuntu-br.org/ComeceAqui
EasyUbuntu disponível para Edgy
Dezembro 21, 2006
A nova versão alpha do EasyUbuntu [0] está disponível para instalação no Ubuntu, Kubuntu e Xubuntu (versões Dapper e Edgy), arquiteturas x86, AMD64 e PowerPC. As novidades dessa versão são a inserção de um ícone próprio no menu Aplicações, correção de bugs e adição de novos recursos.
Assim como o Automatix [1], ele é um software com interface gráfica para instalação de vários aplicativos e algumas configurações que não estão na distribuição, por não cumprirem com a Filosofia de Software Livre do Ubuntu [2].

O software conta com os seguinte recursos para deixar o Ubuntu mais redondo:
Multimídia (Multimedia)
Codecs: Adiciona suporte para tocar formatos restritos
Codecs binários: Adiciona suporte para formatos de vídeo e áudio proprietários (w32codecs) (apenas x86)
libdvdcss: Adiciona suporte para leitura de DVD’s comerciais e encriptados
MIDI: Adiciona suporte para tocar arquivos midi
Web (Web)
Flash: Habilita o plugin flash da Macromedia (apenas x86)
Java: Habilita o plugin Java da Sun (Sun Java para x86 e amd64) (IBM java para PowerPC)
Vídeos: Habilita a visualização de vídeos embutidos em páginas web com o totem
OpenWengo: Instala a alternativa livre ao Skype (disponível no Dapper)
Skype: Instala o software mais popular de VoIP (apenas x86)
Arquivos (Archives)
RAR: Extrai e cria arquivos RAR
ACE: Extrai arquivos ACE
7-Zip: Extrai arquivos 7-Zip
Sistema (System)
Lista de repositórios: Main, Universe, Multiverse e PLF (substitui o arquivo sources.list)
Fontes: Instala fontes Microsoft e outras agradáveis
Nvidia: Instala o driver oficial para habilitar o recurso 3D em placas de vídeo Nvidia
ATI: Instala o driver oficial para habilitar o recurso 3D em placas de vídeo ATI
Instalação
Para instalar o EasyUbuntu execute os seguintes comandos:
1. Download do pacote:
wget http://easyubuntu.freecontrib.org/files/easyubuntu_latest.deb
2. Instalação:
sudo dpkg -i easyubuntu_latest.deb
3. Adição da chave:
wget -q http://medibuntu.sos-sts.com/repo/medibuntu-key.gpg -O- | sudo apt-key add -
4. Pronto!
Depois de instalado você pode executar o EasyUbuntu acessando o menu Aplicações –> Feramentas do Sistema.
[0] http://easyubuntu.freecontrib.org
[1] http://getautomatix.com
[2] http://wiki.ubuntubrasil.org/Filosofia
Buscas personalizadas no Ubuntu Brasil
Dezembro 19, 2006
![]() |
O novo WebSite do Ubuntu Brasil está no ar e uma das grandes novidades além da padronização e a utilização do mecanismo de busca do Google, chamado de Google Custom Search. Esse mecanismo permite a realização de buscas por conteúdos (palavras-chaves) em conjunto de sites específicos como Fórum, Wiki, Guia, Listas de discussões e Planeta. |
Para disponibilizar a busca personalizada em seu site, blog e etc, basta acrescentar as seguintes linhas de códigos:
<!– Google CSE Search Box Begins –>
<form id=”searchform” action=”http://google.com/cse”><div>
<input type=”hidden” name=”cx”
value=”002072379199720138921:qqbhofdycdu” />
<input name=”q” type=”text” size=”20″ />
<input type=”submit” name=”sa” value=”Pesquisar” />
<input type=”hidden” name=”cof” value=”FORID:0″/>
</div></form>
<script type=”text/javascript” src=” http://google.com/coop/cse/brand?form=searchbox_
002072379199720138921%3Aqqbhofdycdu”>
</script>
<!– Google CSE Search Box Ends –>
Para “complicar” ainda mais, acabei criando um plugin (OpenSearch) que permite a realização dessa busca diretamente na caixa de busca do Firefox, semelhante aos já existentes como Google, Yahoo, Amazon, Ubuntu Package, Wikipedia e etc.
| Para adicionar automaticamente a busca à barra do Firefox, clique em “Instalar plugin agora” (opção abaixo), em seguida clique em “Adicionar” na caixa de diálogo que surgirá.
|
![]() |
Pronto! Agora é só saborear mais essa utilidade.
Referências:
http://developer.mozilla.org/en/docs/Creating_OpenSearch_plugins_for_Firefox
http://www.google.com/coop/
http://alexrocha.wordpress.com/2006/10/03/buscas-personalizadas-em-sites-especificos/
http://lucasarruda.googlepages.com/buscaubuntu
http://br.cypherbios.org/archives/56
Como relatar um bug no Ubuntu
Outubro 21, 2006
| Todos os softwares estão sujeito a falhas, os chamados bugs (erros). No Ubuntu não é diferente então, é possível se deparar com um erro, seja ele de tradução, documentação ou de desenvolvimento. Para controlá-los o Ubuntu utiliza o Malone, que é uma aplicação web para registro e gerenciamento de erros (bug tracker). |
Qualquer um pode relatar um bug? Como funciona?
A resposta é sim e antes de relatar um bug, é importante que você tenha pesquisado sobre o problema em questão para confirmar se realmente trata-se de um bug ou se o mesmo já não foi relatado. Para esse último caso veja os “bugs conhecidos“, que é uma ótima forma de obter ajuda via comentários que incluem informações sobre o problema, patch (correção) e formas de como contorná-lo até que saia uma correção definitiva.
Assumindo que você esgotou as possibilidades de pesquisa e que tenha discutido com outros ubunteros sobre o problema, o próximo passo é o registro do bug. Como o Malone é integrado ao Launchpad, você precisará se identificar com uma conta do Launchpad.
Para criar uma conta no Launchpad acesse o endereço:
https://launchpad.net/distros/ubuntu/+bugs/+login
Você receberá um e-mail com informações complementares para finalizar o seu cadastro.
Uma vez identificado, acesse o endereço abaixo para relatar um novo bug:
https://launchpad.net/distros/ubuntu/+filebug
Nessa página (figura acima), você primeiramente deverá informar em qual pacote o bug foi encontrado (In what package did you find this bug?). Caso você não saiba, marque a opção I don’t know (Eu não sei). Ao contrário, digite o nome do pacote ou selecione-o por meio da opção Choose… (Escolha..).
Agora no campo Summary, informe um título/assunto significativo e resumido sobre o bug. Em seguida no campo Further information, steps to reproduce, etc., informe os detalhes do bug, tente reproduzir e acrescentar o maior número de informações possíveis, tais como: saídas de comandos, hardware e etc. Se surgir alguma dúvida quanto ao preenchimento desse campo (Further information…), veja o documento que aborda como relatar bugs de maneira eficaz.
| Lembre-se de relatar o bug em inglês. Se você precisar de ajuda, inclusive técnica, envie uma mensagem para ubuntu-br@lists.ubuntu.com ou para tradutores@listas.ubuntubrasil.org. |
Caso o bug esteja relacionado a um comando, é importante que a saída (output) também seja em inglês. Para alterar a saída do comando de pt_BR para en_US , acrescente ao comando, LANGUAGE=C, como no exemplo:
$ LANGUAGE=C sudo apt-get update
Se o bug for relacionado à segurança, marque a caixa de verificação This bug is a security vulnerability, que automaticamente o Time de Segurança do Ubuntu será notificado.
Por fim, clique em Submit Bug Report.
Pronto! Todo o acompanhamento do bug será feito por meio do seu e-mail informado no momento do registro da sua conta no Launchpad. Você também pode acompanhá-lo via opção Bugs na página principal do seu perfil.
Sua ajuda é muito importante para aumentar a qualidade e o sucesso do Ubuntu.





